Nao é mais que um breve adeus.
Enquanto pensava em como iria escrever esse post, acabei lembrando-me de uma música que marcou parte da minha adolescência, durante os anos em que fui um integrante do movimento Escoteiro. Fui procurar pelo Google para ver se encontrava a letra inteira, e logo que me deparei com a música, vi que ela era perfeita para esse momento. A "Canção da Despedida" era entoada por todos, ao redor da fogueira, sempre na última noite de cada acampamento como uma forma de nos unirmos mais, apesar do momento ser de despedida.
A música é assim:
Durante toda a minha infância e adolescência eu sempre quis ser um jornalista. Achava que era para isso que tinha nascido. Mas a vida acabou pregando-me uma peça e acabei parando em um curso que desde o início nunca me atraiu, a farmácia. Alguns leitores puderam sentir o “drama” que eu estava vivendo em um post antigo. Mas enfim, eu descobri a corrida e o prazer que me proporcionava escrever a todos sobre as emoções que sentia durante minhas provas ou treinos. Comecei a colocar em prática a minha “veia jornalística”. Inclusive algumas pessoas achavam que eu realmente fazia jornalismo. Resolvi criar um blog, contar as histórias e por muito tempo eu fiz isso, sempre atualizando, sempre com idéias novas, histórias novas (e velhas também). Mas recentemente comecei a atualizar menos o blog, mas isso não quer dizer que meu amor pela corrida tenha diminuido. Não, pelo contrário, estou cada vez mais empolgado, procurando alçar vôos maiores, distâncias maiores. O que mudou foi a minha rotina, as minhas aulas, o meu tempo livre. Não estou dando desculpas, apenas justificando o porquê de minha ausência.
Sempre tive enorme carinho para com o Correndo na Chuva e com seus leitores, e espero levar esse carinho para toda a vida, mas depois de muito pensar, resolvi que irei aposentar o Correndo na Chuva por um tempo. Prefiro engavetar o blog do que deixar jogado às moscas e deixar meus leitores ansiando por um novo texto. Sinto que estou enganando a vocês e a mim mesmo também.
Por isso, hoje, a poucos dias de completar um ano (21/09) eu anuncio a vocês que o Correndo na Chuva está desamarrando os cadarços e pendurando os tênis. Quero agradecer a todos que de alguma forma contribuiram com o crescimento desse blog, que já foi considerado por alguns como o melhor blog de corridas do Brasil (exagero, mas de coração). Obrigado a todos que enviaram suas histórias para o Projeto Conte Sua História, que comentaram, que elogiaram, que criticaram, ou que apenas leram e gostaram dos meus posts.
Agradeço principalmente à Carla, que por um tempo foi colaboradora do CnC, mas que infelizmente também teve de cuidar de interesses maiores. Ao pessoal da Equipe Eduardo Saraiva e ao próprio Eduardo Saraiva por toda a força que sempre me deram.
Aqui encerra-se um capítulo da minha história de corredor, mas não o livro.
Ou como diz a música, "não é mais que um até logo, não é mais que um breve adeus".
Bruno Thomaz
obs: esse blog segue a antiga regra ortográfica, então não repare se você encontrar a palavra voo ou ideia com acentos.
A música é assim:
Canção da despedida
Por que perder a esperança
De nos tornar a ver?
Por que perder a esperança
Se há tanto querer?
Não é mais que um até logo,
Não é mais que um breve adeus.
Bem cedo junto ao fogo
Tornaremos a nos ver.
Com nossas mãos entrelaçadas
Ao redor do calor
Formemos esta noite
Um círculo de amorNão é mais que um até logo,
Não é mais que um breve adeus.
Bem cedo junto ao fogo
Tornaremos a nos ver.
Pois o Senhor que nos protege
E nos vai abençoar
Um dia, certamente
Vai de novo nos juntar.
Não é mais que um até logo,
Não é mais que um breve adeus.
Bem cedo junto ao fogo
Tornaremos a nos ver.
Durante toda a minha infância e adolescência eu sempre quis ser um jornalista. Achava que era para isso que tinha nascido. Mas a vida acabou pregando-me uma peça e acabei parando em um curso que desde o início nunca me atraiu, a farmácia. Alguns leitores puderam sentir o “drama” que eu estava vivendo em um post antigo. Mas enfim, eu descobri a corrida e o prazer que me proporcionava escrever a todos sobre as emoções que sentia durante minhas provas ou treinos. Comecei a colocar em prática a minha “veia jornalística”. Inclusive algumas pessoas achavam que eu realmente fazia jornalismo. Resolvi criar um blog, contar as histórias e por muito tempo eu fiz isso, sempre atualizando, sempre com idéias novas, histórias novas (e velhas também). Mas recentemente comecei a atualizar menos o blog, mas isso não quer dizer que meu amor pela corrida tenha diminuido. Não, pelo contrário, estou cada vez mais empolgado, procurando alçar vôos maiores, distâncias maiores. O que mudou foi a minha rotina, as minhas aulas, o meu tempo livre. Não estou dando desculpas, apenas justificando o porquê de minha ausência.
Sempre tive enorme carinho para com o Correndo na Chuva e com seus leitores, e espero levar esse carinho para toda a vida, mas depois de muito pensar, resolvi que irei aposentar o Correndo na Chuva por um tempo. Prefiro engavetar o blog do que deixar jogado às moscas e deixar meus leitores ansiando por um novo texto. Sinto que estou enganando a vocês e a mim mesmo também.
Por isso, hoje, a poucos dias de completar um ano (21/09) eu anuncio a vocês que o Correndo na Chuva está desamarrando os cadarços e pendurando os tênis. Quero agradecer a todos que de alguma forma contribuiram com o crescimento desse blog, que já foi considerado por alguns como o melhor blog de corridas do Brasil (exagero, mas de coração). Obrigado a todos que enviaram suas histórias para o Projeto Conte Sua História, que comentaram, que elogiaram, que criticaram, ou que apenas leram e gostaram dos meus posts.
Agradeço principalmente à Carla, que por um tempo foi colaboradora do CnC, mas que infelizmente também teve de cuidar de interesses maiores. Ao pessoal da Equipe Eduardo Saraiva e ao próprio Eduardo Saraiva por toda a força que sempre me deram.
Aqui encerra-se um capítulo da minha história de corredor, mas não o livro.
Ou como diz a música, "não é mais que um até logo, não é mais que um breve adeus".
Bruno Thomaz
obs: esse blog segue a antiga regra ortográfica, então não repare se você encontrar a palavra voo ou ideia com acentos.



















